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Como falar do Coronavírus com as crianças?

13 mar

Na última quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde classificou como pandemia a situação da transmissão do coronavírus, microorganismo que está contaminando diversos países ao redor do planeta. Se os adultos já apresentam preocupação diante dessa situação, o que dizer das crianças?

Entre os diversos alertas e notícias sobre o vírus que chegam por meio de nossas redes, recebemos um material ilustrativo para abordar esse tema com os pequenos. O arquivo, criado por Manuela Molina Cruz, serve como uma sugestão de guia para professores e pais que desejam abordar o tema com as crianças e pode ser acessado clicando aqui.

 

 

Facebook cria plataforma para combater o bullying

17 fev

 

Com o apoio do  Yale Center for Emotional Intelligence, a rede social Facebook desenvolveu uma plataforma para fornecer recursos e ferramentas a quem precisa lidar com um comportamento de bullying e suas consequências. O lançamento da Central de Prevenção ao Bullying no Brasil coincide com a entrada em vigor da Lei Antibullying, que explicamos aqui.

Desenvolvida em parceria (Fundo das Nações Unidas para a Infância), a Central está dividida em áreas inspiradas em situações de bullying, reunindo dicas para adolescentes, pais e educadores sobre como lidar com ataques na rede – e no mundo real. Não é preciso ter conta no facebook para acessar a plataforma. O site também disponibiliza informações e contatos dos parceiros e uma lista de recursos para denunciar conteúdos e configurar a privacidade.

Segundo a Folha de São Paulo, em 2014 15% dos usuários de internet de 9 a 17 anos disseram já terem sido tratados de forma ofensiva na rede, de acordo com a pesquisa Tic Kids Online, do Comitê Gestor da Internet do Brasil.

A plataforma pode ser acessada clicando aqui.

Facebook

Fonte: Folha de São Paulo – http://www1.folha.uol.com.br/tec/2016/02/1740056-facebook-lanca-guia-contra-bullying-para-pais-professores-e-adolescentes.shtml

Lei Antibullying entra em vigor

17 fev

A partir de agora, as instituições de ensino e clubes terão que tomar medidas de prevenção contra o bullying: a lei 13.185/2015, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro passado, entra em vigor neste mês, instituindo o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying).

O texto estabelece que as escolas e clubes realizem campanhas educativas sobre o tema e capacitem professores e equipes pedagógicas para implementar ações de discussão, prevenção, orientação e solução para o bullying. O documento também determina que haja a orientação de pais e familiares para identificar vítimas e agressores, e que sejam fornecidas assistência psicológica, social e jurídica aos envolvidos. A punição dos agressores deve ser evitada, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil.

Bullying

De acordo com a lei, bullying é todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. O bullying pode ser classificado como:

  • verbal – insultar, xingar e apelidar pejorativamente;
  • moral – difamar, caluniar, disseminar rumores;
  • sexual – assediar, induzir e/ou abusar;
  • social – ignorar, isolar e excluir;
  • psicológico – perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;
  • físico – socar, chutar, bater;
  • material – furtar, roubar, destruir pertences de outrem;
  • virtual – depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social.

O diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), Cléber Soares chama a atenção de que há pouco investimento na área de orientação educacional, e que somente os professores, em sala de aula, não darão conta de resolver o problema. “Toda escola precisa de uma equipe psicopedagógica, formada por orientadores e psicólogos. Além disso, é necessário que sejam disponibilizados espaços físicos para esses profissionais trabalharem. Infelizmente, o governo ainda não entende o papel fundamental desses profissionais no ambiente escolar”, destaca o diretor. Ele acredita que a lei é uma iniciativa interessante do Governo Federal, mas que precisa de um olhar mais profundo do poder público para funcionar e dar resultados.

Lei Anti-Bullying foi tema da Jornada do CAPE em 2010

Em 2010, a palestra inaugural da I Jornada Estadual de Psicologia Escolar já havia abordado a importância da legislação e das ações educativas no combate ao problema durante a mesa redonda “Enfrentando o bullying: através da lei e da prática escolar”, em que participaram o vereador Mauro Zacher, autor da Lei Anti Bullying nas escolas de Porto Alegre, e a professora do CAPE Denise Maia. A nova lei, agora em nível nacional, contribuirá para a conscientização e a prevenção desse problema que preocupa as instituições de ensino brasileiras bem como toda a comunidade escolar.

Fontes:
Presidência da República – http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13185.htm
Jornal de Brasília – http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/cidades/666948/lei-antibullying-preve-que-escolas-adotem-medidas-preventivas-mas-nao-ha-punicoes/

 

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Projeto de Lei que prevê psicólogos escolares na rede pública de ensino é aprovado por unanimidade.

7 jul

Foi aprovado hoje na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL) 3.688/2000, que trata sobre a prestação de serviços de Psicologia e Serviço Social nas redes públicas de Educação Básica. O Projeto de Lei, que tramita há cerca de 15 anos no Congresso Nacional, foi aprovado por unanimidade e agora vai para plenário. Se for novamente aprovado, seguirá para sanção da presidenta Dilma.

Mais uma vitória não apenas para psicólogos escolares, mas para toda sociedade brasileira!

Confira também: Especialização em Psicologia Escolar com inscrições abertas

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Números da Educação Brasileira

30 ago

O vídeo “Os preocupantes números da educação brasileira” apresenta, de forma simples e bastante visual, as estatísticas e informações referentes à situação do ensino em nosso país. Apesar de vários dados serem desanimadores, queremos estimular a reflexão sobre estes números, e não apenas encará-los passivamente.

Por que dados tão preocupantes? Que aspectos culturais e históricos estão por detrás destes? Quais os motivos para estes resultados? É preciso fazer uma análise sistêmica a respeito destas informações, e pensar no papel do psicólogo escolar como um verdadeiro agente de mudança.

Veja o vídeo clicando aqui.

 

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